Várzea Alegre

Morre o ex-vereador Estevaldo Leandro

ATUALIZDA ÀS 13H: Morreu na manhã desta segunda-feira, 12, o ex-vereador de Várzea Alegre, Estevaldo Leandro de Sousa, aos 90 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Estevaldo entrou na vida pública aos 34 anos, tendo sido vereador por 23 anos, de 1970 a 1993 onde teve cinco mandatos consecutivos. A última participação do ex-vereador em um projeto público foi na construção do Açude do Mundo Novo, durante a gestão de Zé Helder.

Ao participar da assinatura da ordem de serviço, destacou a importância do reservatório para atender às necessidades de abastecimento da comunidade. A obra tinha orçamento de R$ 432.101,50, com recursos do DNOCS.

Com a participação na política, deixa um legado no município e conquistou reconhecimento. O ex-parlamentar foi agraciado em 2019 com a medalha mais alta da cidade. Ele foi o 83º homenageado com a Medalha Papai Raimundo, em 24 de agosto de 2019, durante a gestão do ex-prefeito Zé Helder.

Casou-se com Rita Ferreira Duarte Leandro. Conterrânea sua e tem quatro filhos que são: Valdoester Leandro, Leonor Leandro, Ivonete Leandro e Rita Maria Leandro. Atualmente residia em Juazeiro do Norte.

O velório de Seu Estevaldo Leandro será dividido em dois momentos, o primeiro na cidade onde fazia morada, no Centro da Anjo da Guarda, a partir da 15h, na Avenida Crescente, bairro Novo Juazeiro, e o segundo, nesta terça-feira, 13, na Câmara Municipal de Vereadores de Várzea Alegre. O sepultamento ocorrerá na Vila São Caetano- Sede do distrito de Naraniú.

ESTEVALDO LEANDRO

Foi filho de Joaquim Leandro de Souza e Leonor Araújo e Silva (Dona Louzinha). Nasceu na fazenda de seu pai, no Sitio Mundo Novo, distrito de São Caetano (Naraniú) Município de Várzea Alegre, no Estado do Ceará. Nasceu no dia 05 de junho de 1936.

Usufruiu de uma infância no sítio onde nasceu, lugar que até hoje é o seu lugar de descanso preferido. Sendo o 5° filho de uma irmandade de 12 irmãos. Seu pai notava seu esforço desde bem jovem, como era alguém trabalhador e procurava se espelhar nele como pai. Viajava para cuidar dos negócios de seu pai e sempre marcava presença em sua vida.

Desde jovem teve relação de comércio com agricultura e pecuária, pois o mesmo começou nos negócios, comprando algodão e gado, levando de Várzea Alegre para Cedro, Iguatu, Acopiara, Jaguaribe e muitas cidades do centro sul do Estado do Ceará.

Foto divulgação